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7 Respostas to “About”

  1. Querido Companheiro,

    É bem verdade que a vida as vezes nos prega algumas peças.
    No dia em que recebí o e-mail noticiando suas melhoras meu coração se encheu de alegria.
    As orações e a corrente positiva dos amigos deram resultado.
    Tenho certeza absoluta de sua recuperação e a volta ao trabalho o qual você desempenha muitíssimo bem.
    Eu, como mais algumas centenas de companheiros seus em todo país, estou ancioso para encontra-lo em mais uma daquelas coberturas pauleiras e poder ter a honra mais uma vez de trabalhar ao lado do gaúcho…rs
    É bem verdade que a vida as vezes nos prega algumas peças…mas, o gaúcho é o cara!!!
    Saúde e paz amigo!
    Ricardo Ayres

  2. Paulo Franken said

    Meu amigo,surpreso com a noticia que chega no meu email,te desejo com a graça de DEUS,pronta recuperação,estou rezando pela tua saúde velho Gaudério de guerra.

  3. Rodrigo ''Richard'' Bueno said

    Não esquece de chamar seu velho companheiro de quarto nas próximas aventuras. Beijos calientes!

  4. Mika Lins said

    Gaudério,
    nós adoramos você e estamos torcendo pela sua melhora.
    Beijos,
    Mika e Sergio

  5. Evandro said

    Meu velho, soube notícias tuas pelo Ado, sócio do Tarcísio, aqui em Floripa. Fiques sabendo que torço pela tua recuperação em meio a mais de milhões de fãs de teu trabalho e milhares de colegas que puderam um dia compartilhar uma pauta contigo.

    Tenho orgulho de dizer aos amigos que fui teu colega de redação aqui no DC há mais de 20 anos. Para variar também tenho histórias engraçadas pra lembrar. Como daquele dia em que fomos cobrir o primeiro dia de trabalho do governador Pedro Ivo, em 15 de março de 1987. É naquela época os políticos tomavam posse em data mais decente.

    Tu tinhas recém tinhas comprado uma Honda CG-125, e nem pilotava direito a moto. Chegamos na porta do hotel defronte à rodoviária Rita Maria e o homem já estava embarcando no carro oficial em direção ao Palácio…

    Não lembro se chegamos junto e porque fomos de moto, pois havia o Plano Cruzado e a RBS dava vales de táxi a todos os seus repórteres. As cenas seguintes foram hilárias, eu na garupa da tua mota, segurando teu equipamento e correndo atrás da comitiva.

    Foram pouco mais de dez minutos de correria, mas conseguimos chegar na frente. Lembro até hoje da foto que conseguiste do peemdebista chegando pela primeira vez ao seu local de trabalho, segunda-feira de manhã.

    A foto foi o Pedro Ivo subindo os cinco ou seis degraus que levavam ao hall de entrada do Palácio Santa Catarina. A gente não sucumbiu. Passamos um susto danado, mas garantimos a matéria e foto de capa.

    Depois que foste pra São Paulo, nunca mais nos vimos, mas quero

  6. Evandro said

    Meu velho, soube notícias tuas pelo Ado, sócio do Tarcísio, aqui em Floripa. Fiques sabendo que torço pela tua recuperação em meio a mais de milhões de fãs de teu trabalho e milhares de colegas que puderam um dia compartilhar uma pauta contigo.

    Tenho orgulho de dizer aos amigos que fui teu colega de redação aqui no DC há mais de 20 anos. Para variar também tenho histórias engraçadas pra lembrar. Como daquele dia em que fomos cobrir o primeiro dia de trabalho do governador Pedro Ivo, em 15 de março de 1987. É naquela época os políticos tomavam posse em data mais decente.

    Tu tinhas recém tinhas comprado uma Honda CG-125, e nem pilotava direito a moto. Chegamos na porta do hotel defronte à rodoviária Rita Maria e o homem já estava embarcando no carro oficial em direção ao Palácio…

    Não lembro se chegamos junto e porque fomos de moto, pois havia o Plano Cruzado e a RBS dava vales de táxi a todos os seus repórteres. As cenas seguintes foram hilárias, eu na garupa da tua mota, segurando teu equipamento e correndo atrás da comitiva.

    Foram pouco mais de dez minutos de correria, mas conseguimos chegar na frente. Lembro até hoje da foto que conseguiste do peemdebista chegando pela primeira vez ao seu local de trabalho, segunda-feira de manhã.

    A foto foi o Pedro Ivo subindo os cinco ou seis degraus que levavam ao hall de entrada do Palácio Santa Catarina. A gente não sucumbiu. Passamos um susto danado, mas garantimos a matéria e foto de capa.

    Depois que foste pra São Paulo, nunca mais nos vimos, mas quero que saibas que sempre torci por ti. Um gaudério talentoso, sem frescura e amigo dos amigos.

    Sofri um acidente brabo em dezembro do ano passado, quando voltava de uma pauta em Chapecó, mas Deus me deu um prazo maior de validade. Foram três mortos no acidente, inclusive o motorista de nossa equipe.

    O Chefe da Redação Celestial me deu mais algumas pautas pra cumprir aqui embaixo, e tenho certeza que ele há de te conceder a mesma regalia. Um baita abraço do teu amigo Evandro, que assinava Assumpção e agora usa como nome de guerra o Evandro Baron.

  7. Evanildo da Silveira said

    Galo de rinha

    Valente galo de rinha,
    guasca vestido de penas!
    Quando arrastas as chilenas
    No tambor de um rinhedeiro,
    No teu ímpeto guerreiro
    Vejo um gaúcho avançando
    Ensangüentado, peleando,
    No calor do entreveiro !

    Pois assim como tu lutas
    Frente a frente, peito nu.
    Lutou também o chiru
    Na conquista deste chão…
    E como tu sem paixão
    Em silêncio ferro a ferro,
    Cala sem dar um berro
    De lança firme na mão!

    Evoco neste teu sangue
    Que brota rubro e selvagem.
    Respingando na serragem,
    Do teu peito descoberto,
    O guasca de campo aberto,
    De poncho feito em frangalhos.
    Quando riscava os atalhos
    Do nosso destino incerto!

    Deus te deu, como ao gaúcho
    Que jamais dobra o penacho,
    Essa de altivez de índio macho
    Que ostentas já quando pinto:
    E a diferença que sinto
    E que o guasca, bem ou mal!,
    Só luta por um ideal
    E tu brigas por instinto!

    Por isso é que numa rinha
    Eu contigo sofro junto,
    Ao te ver quase defunto.
    De arrasto, quebrado e cego,
    Como quem diz: “Não me entrego,
    Sou galo, morro e não grito,
    Cumprindo o fado maldito
    Que desde a casca eu carrego!”

    E ao te ver morrer peleando
    No teu destino cruel.
    Sem dar nem pedir quartel.
    Rude gaúcho emplumado.
    Meio triste, encabulado,
    Mil vezes me perguntei
    Por que é que não me boleei
    Pra morrer no teu costado?

    Porque na rinha da vida
    Já me bastava um empate!
    Pois cheguei no arremate
    Batido, sem bico e torto ..
    E só me resta o conforto
    Como a ti, galo de rinha,
    Que se alguém dobrar-me a espinha
    Há de ser depois de morto!

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